Dedico este blog ao meu grande amor : Alex, que me ensinou e ensina todos os dias , o verdadeiro e lindo significado da palavra ''AMAR" é pra ele que são todas as minhas declarações e palavras mais lindas e sinceras. Te amo minha vida.Obrigado por tudo!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012


Ela: O que eu significo para você?
Ele: Tudo.
Ela: Defina ”tudo” .
Ele: Tudo que eu preciso, tudo que eu sempre sonhei, tudo que necessito. Tudo que eu quero, para o meu futuro.

Ela: Como eu tenho tanta sorte em te ter aqui?
Ele: Com o tempo você vai ver que não é sorte, é o nosso destino



― Mas, e aí, tu já imaginou a gente casados? Ou fui só eu?
― Foi só você. Não, espera… Quê? Garoto… Sai.
― Não, sério. A gente podia morar numa casinha de cerca branca, uma construção meio antiga, com uma varanda bem linda. Eu teria um emprego normal ― que eu odiaria, por sinal ― e tu ficaria cuidando da casa. Uma vidinha simples e bem tranquila. Eu chegaria do…
Ela faz cara feia.― Que foi, cê não gostou? Ok, mudança de planos: teríamos um apartamento, apertado, mas nosso. Eu chegaria do trabalho dizendo “querida, cheguei”, com uma rosa na mão e você me daria um selinho de boas-vindas. Não é legal? Melhorou, né? Eu gostaria de ter um cachorro em casa, e provavelmente isso não seria permitido em um apartamento, mas tudo bem, meu bem, faço esse sacríficio por você. Aliás, faço tudo por v… 
― Para! ― ela interrompe. ― Primeiro: eu vou ser uma mulher independente e não vou ser sustentada pelo meu marido. Segundo: eu não sei nem quem você é.
― Você não sabe quem eu sou, mas eu deixo você saber quem serei no futuro.
― Quem você será no futuro?
― Teu marido. Pai dos teus filhos. Genro da tua mãe…
Ela perde a paciência.
― Cara, cala a b…
― Shh, senhorita, deixa eu continuar! Eu quero ter gêmeos, sabe? Um menino e uma menina. Tu já tem alguma ideia de qual nome colocar? Não? Eu sou muito indeciso… Será que não tem um jeito da gente deixar os gêmeos, tipo, sem nome, até eles serem suficientemente grandes pra decidirem que nome querem ter? É uma ideia a se considerar. Eu não gosto do meu nome, tu gosta do teu? Digo, às vezes eu acordo me sentindo meio Bernardo… Hoje mesmo eu acordei me sentindo um tanto quanto Gustavo. Enfim, coisas da vida. Ei, meu amor, que foi?
― Você é louco. 
― Claro que sou, por você.
Ela suspira. Ele sorri.― Que resposta mais clichê..
― Assim você me parte o coração.― Sai, garoto. Sai. 
Ele faz bico.― Não faz assim comigo que eu me apaixono ainda mais. (…)



Ela: Me promete uma coisa?
Ele: O que?
Ela: Promete que não vai desistir de mim?
Ele: Eu seria um covarde se desistisse da minha vida.


Eu: Oi distância.
Distância: Oi.
Eu: Vim te contar uma história. Sabe o amor? Pois é, ele me pegou. Amo alguém que está muito distante de mim. Amo muito, a ponto de sentir falta de um abraço que eu nunca dei, de um sorriso e um olhar que eu nunca pude ver direito. Esse alguém é realmente tudo pra mim… Minha força, minha felicidade, o motivo dos meu melhores sorrisos. Mas você insiste em me atrapalhar, posso pedir uma coisa?
Distância: O que?
Eu: Sai da minha vida por favor.

Leiam uma típica conversa entre uma mulher e um homem:
M – Aonde você vai?
H – Vou sair um pouco.
M – Vai de carro?
H – Sim.
M – Tem gasolina?
H – Sim… coloquei.
– Vai demorar?
H – Não… coisa de uma hora.
M – Vai a algum lugar específico?
H – Não… Só rodar por aí.
M- Não prefere ir a pé?
H – Não… vou de carro.
M – Traz um sorvete pra mim!
H – Trago… Que sabor?
M – Manga.
H – Ok… Na volta eu passo e compro.
– Na volta?
H – Sim… senão derrete.
M – Passa lá, compra e deixa aqui.
H – Não… Melhor não! Na volta.. é rápido!
M – Ahhhhh!
H – Quando eu voltar eu tomo com você!
M – Mas você não gosta de manga!
H – Eu compro outro… de outro sabor.
M – Aí fica caro…. Traz de cupuaçu!
H – Eu não gosto também.
M – Traz de chocolate… Nós dois gostamos.
H – Ok! Beijo… volto logo…
M – Ei!
H – O que?
M – Chocolate não… Flocos…
H – Não gosto de flocos!
M – Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
H – Foi o que sugeri desde o começo!
M – Você está sendo irônico?
H – Não… tô não! Vou indo.
M – Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H – Querida! Eu volto logo…. depois.
M – Depois não…. quero agora!
H – Ta bom! (Beijo)
M – Vai com o seu ou com o meu carro?
H – Com o meu.
M – Vai com o meu… Tem CD player… O seu não!
H – Não vou ouvir música… Vou espairecer.. .
M – Tá precisando?
H – Não sei… Vou ver quando sair!
– Demora não!
H – É rápido… (Abre a porta de casa.)
– Ei!
H – Que foi agora?
M – Nossa! Que grosso! Vai embora!
H – Calma… Estou tentando sair e não consigo!
– Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H – O que quer dizer?
M – Nada… Nada não!
H – Vem cá… Acha que estou te traindo?
M – Não… Claro que não… Mas sabe como é?
H – Como é o quê?
M – Homens!
H – Generalizando ou falando de mim?
M – Generalizando.
H – Então não é meu caso… Sabe que eu não faria isso!
M – Ta bom… Então vai.
H – Vou.
M – Ei!
H – Que foi cacete?
M – Leva o celular, estúpido!
H – Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M – Não… Caso aconteça algo, estará com celular.
H – Não… Pode deixar…
M – Olha… Desculpa pela desconfiança. .. Estou com saudade… só isso!
H – Ok meu amor… Desculpe-me se fui grosso. Ta. Eu te amo!
M – Eu também!
M – Posso futricar no seu celular?
H – Prá quê?
M – Sei lá! Joguinho!
H – Você quer meu celular prá jogar?
M – É.
H – Tem certeza?
M – Sim.
H – Liga o computador.. . Lá tem um monte de joguinhos!
– Não sei mexer naquela lata velha!
H – Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
– Ta. Ok… Então leva o celular senão eu vou futricar…
H – Pode mexer então… Não tem nada lá mesmo…
M – É?
H – É.
– Então onde está?
H – O quê?
M – O que deveria estar no celular mas não está…
H – Como!?
M – Nada! Esquece!
H – Ta nervosa?
M – Não… Tô não…
H – Então vou!
M – Ei!
H – Que ééééééé?
M – Não quero mais sorvete não!
H – Ah é?
M – É!
H – Então eu também não vou sair mais não!
M – Ah é?
H – É.
M – Oba! Vai ficar comigo?
H – Não vou não… Cansei… Vou dormir!
M – Prefere dormir do que ficar comigo?
H – Não…. vou dormir, só isso!
M – Está nervoso?
H – Claro porra!!!
M – Por que você não vai dar uma volta para espairecer?
Luis Fernando Veríssimo

- Alô?
- Oi, não fala nada, só escuta. Sim, tenho plena consciência de que são 2:32 da manhã, ou melhor da madrugada, e que você odeia que te acordem. Sei também que você tá com o coração acelerado porque como sempre, o toque do seu celular é estridente. Mas olha, estou fazendo tudo isso por um bom motivo. Lembra da minha amiga, a Gabriela? Então, ela me apresentou um cara tão lindo, tão inteligente, alto, másculo, e que usa meias referente aos pares. Ele tem dois cachorros dóceis, e mora em um apartamento no centro de São Paulo que é ma-ra-vi-lho-so. Mas antes que você pense que eu liguei pra fazer ciúmes, eu liguei porque eu vim aqui pra sacada fumar, e comecei a chorar. Tava passando ”P.S: eu te amo” na tv por assinatura, e sabe, eu lembrei de quando deitei no sofá com você, e reparei que você usava uma meia de cada par. Você chorou igual criança assistindo, até que aquelas suas duas cachorras monstras resolveram brigar por causa daquele bichinho de pelúcia verde, que você apelidou de melequinha. Olha só, que coisa estúpida, eu fumando. Fumando porque quero parecer mais cool e mais descolada, mas estou chorando porque lembrei que o melequinha era tão engraçadinho. Tá vendo? Eu sou uma burra. Mas você, você também é. Burro por me deixar ir embora, burro por não lutar por mim. Te juro que só mais um pedido para que eu ficasse, eu ficava, e ficava pra sempre! Mas você, como sempre, disse que eu já era grande demais pra decidir o que fazer da vida. Mas vida, que vida? Vida sem você? Não existe. O cheiro desse cara que a Gabi me apresentou é de perfume importado, você sabe o quando sou tarada por perfumes. Mas eu largaria esse cheiro de Paris ou de banco de couro de carro novo, não importa, pelo seu cheiro de cebolas, após uma tentativa frustrada de um jantar romântico. Tô chorando mais ainda. Por que você não me pega no colo, diz a ele que sou sua, e me leva pra sua casinha, meu indie, hippie, sei lá, que tem cheiro de lavanda, hein? Hein? Já se passaram 6 meses, vi suas atualizações nas redes sociais. Vi você começando e terminando relacionamentos como quem começa e termina uma barra de chocolate. E eu não falei nada. Quer dizer, até agora, porque você é um idiota, sabe que me ama e não faz porcaria nenhuma. Mas enfim, além de estar fumando e chorando, eu também tô bebendo. Bebendo muito, mas nem assim esqueço. Você sabe o quanto me faz falta? Todos os poemas de Vinicius me lembram você, e os toques, os sorrisos, as piadas, são tão sem graça se não há você do meu lado, bagunçando meu cabelo e mordendo meu pescoço. Mas tá bom, tô falando demais, né? Você ainda tá aí? Tô falando tanto e nem reparei se a sua respiração tá no outro lado da linha
- Tô respirando sim (risos).
- (risos) Que bom então. Desculpa te acordar, te dizer tudo isso, na verdade, eu só tô um pouco cansada, esquece o que eu disse, eu nem gosto mais de voc …
- Que horas te busco?
- Agora.
- Tô indo, te amo.
- Vem logo, tá frio. Amo você também.



Amália: Aquela oficina você é o dono ?
Rafael: Por enquanto eu sou só o gerente.
Amália: Sempre que eu passo você ta na porta. Você não tem nada pra fazer la dentro não?
Rafael: Tenho, mas como você passa todo dia na mesma hora, eu paro tudo e fico na porta te esperando.
Amália: E porque você faz isso?
Rafael: Porque o meu dia so começa depois que eu te vejo.



Para perceber o valor de uma irmã: pergunte a alguém que não tenha uma.
Para perceber o valor de dez anos: pergunte a um casal recém-divorciado.
Para perceber o valor de quatro anos: Fazer uma pós-graduação.
Para você perceber o valor de um ano: Pergunte a um estudante que não passou nos exames finais.
Para você perceber o valor de nove meses: Pergunte a uma mãe que deu à luz um bebê.
Para você perceber o valor de um mês: Pergunte a uma mãe que deu à luz um bebê prematuro
Para você perceber o valor de uma semana: pergunte ao editor de um jornal semanal.
Para você perceber o valor de uma hora: pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.
Para você perceber o valor de um minuto: pergunte a uma pessoa que perdeu o trem, ônibus ou avião.
Para você perceber o valor de um segundo: Pergunte a uma pessoa que sobreviveu a um acidente.
Para você perceber o valor de um milisegundo: Pergunte a uma pessoa que ganhou uma medalha de prata nas Olimpíadas.
Para você perceber o valor de um amigo: perca um.
Não se engane, somente o amor verdadeiro dura para sempre. (youremydefect)

Não se engane, somente o amor verdadeiro dura para sempre.


Você só saberá realmente o que é o amor, quando lhe perguntarem sobre ele e você não pensar em uma definição, mas em um nome.  Bob Marley